terça-feira, 12 de outubro de 2010

O Papel e o Pixel de José Afonso Furtado


O texto aborda o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação sobre o futuro dos livros impressos que aos poucos está sendo substituído por novas formas de produção e disseminação do seu conteúdo. O autor fala sobre as mudanças na forma, na reprodução e suporte (impresso) do livro e ainda nas práticas de leitura. Fala nas revoluções das práticas de leitura que ocorreram ao longo da história que não haviam até então tentado modificar a forma do livro. E que agora assistimos ao aparecimento de dispositivos de livros eletrônicos que modificam não somente o suporte, mas, também o processo da leitura. Concordo que a leitura no suporte eletrônico é mais rápida e resume-se a uma compreensão superficial do assunto que para Chartier seria “a leitura da necessidade”. E que “a leitura apaixonada” se completa no “contato corporal com o livro”. E que apesar de obras que tratam da história da leitura e do livro não tratarem desta distinção somos nos como futuros Bibliotecários que devemos saber distinguir e tratar sobre as diferenças entre essas duas práticas de leitura. Somos nos que devemos pensar e agir de que maneira organizaremos e manteremos nosso acervo e se é necessário corrermos atrás da tecnologia para nossas bibliotecas, a ponto de deixar para trás o papel (livro) para transformá-lo em novas mídias que em pouco tempo se tornaram ultrapassadas. O autor também fala que a revolução eletrônica pode agravar as desigualdades para pessoas que não souberem usar as novas mídias, o que não concordo porque muito se falou sobre o computador e o celular entre outras tecnologias que hoje fazem parte do dia-a-dia.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

CINCO PONTOS IMPORTANTES PARA A PRÁTICA PROFISSIONAL:



1 Sobre se somente para seguir a transição tecnológica de tempos em
tempos, estaríamos dispostos a perder obras raras por não serem
disponibilizadas na nova tecnologia.
2 Sobre se ainda teremos direitos e capacidade de preservar o conteúdo
que já adquirimos com as mutações tecnológicas perante contratos de
licença e de tecnologias de gestão de direitos digitais.
3 Saber tirar proveito dessas novas mídias no processamento técnico e
para manter contato com o usuário.
4 O Bibliotecário como mediador dessas novas mídias.
5 A questão da acessibilidade de poder auxiliar as Pessoas com
Necessidades Especiais com Softwares especiais (de voz) que possam
proporcionar o aprendizado e o prazer de ler de uma forma diferente a
esses usuários.